OPOSIÇÃO QUASE ZERO
Prédio da Assembléia Legislativa do Ceará
Dos 46 deputados que compõem a Assembléia Legislativa, apenas dois terão postura independente, ou seja, não darão total apoio ao Governo Cid Gomes, são eles: Heitor Férrer, do PDT, e Adahil Barreto, ainda no PSDB. Os demais deputados, inclusive a ala tucana (do PSDB) anunciou apoio a Cid. Isso significa que o governo não terá dificuldades para colocar seus planos em prática, pois sabe que poderá contar com o apoio dos deputados. Uma prova dessa facilidade é que a Reforma Administrativa, de iniciativa do Governo, foi facilmente aprovada.
Essa situação nem de longe lembra a do governo anterior, Lúcio Alcântara, que tinha na Assembléia, críticos ferrenhos como Nelson Martins, do PT, que por ironia do destino, foi nomeado líder do governo, ou seja, será o principal defensor do governo na Assembléia. Adahil Barreto, que ocupou a função do governo Lúcio Alcântara, já cogita a sua saída do PSBD em virtude da divergência que este teria com o seu partido, que de histórico opositor do PT, passou a condição de aliado.
Um ponto negativo a se ressaltar é que o ambiente de coalizão (acordo político entre os partidos para apoiar Cid) pode dificultar a instalação de CPI’s que venham a investigar atitudes ilícitas do governo.

Prédio da Assembléia Legislativa do Ceará
Dos 46 deputados que compõem a Assembléia Legislativa, apenas dois terão postura independente, ou seja, não darão total apoio ao Governo Cid Gomes, são eles: Heitor Férrer, do PDT, e Adahil Barreto, ainda no PSDB. Os demais deputados, inclusive a ala tucana (do PSDB) anunciou apoio a Cid. Isso significa que o governo não terá dificuldades para colocar seus planos em prática, pois sabe que poderá contar com o apoio dos deputados. Uma prova dessa facilidade é que a Reforma Administrativa, de iniciativa do Governo, foi facilmente aprovada.
Essa situação nem de longe lembra a do governo anterior, Lúcio Alcântara, que tinha na Assembléia, críticos ferrenhos como Nelson Martins, do PT, que por ironia do destino, foi nomeado líder do governo, ou seja, será o principal defensor do governo na Assembléia. Adahil Barreto, que ocupou a função do governo Lúcio Alcântara, já cogita a sua saída do PSBD em virtude da divergência que este teria com o seu partido, que de histórico opositor do PT, passou a condição de aliado.
Um ponto negativo a se ressaltar é que o ambiente de coalizão (acordo político entre os partidos para apoiar Cid) pode dificultar a instalação de CPI’s que venham a investigar atitudes ilícitas do governo.

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